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                      Feedback ou a realidade é o que se percebe
                      15 de maio, 2010
                      Precificação: ciência e arte (1/3)
                      13 de junho, 2010

                      The Checklist Manifesto

                      1 de junho, 2010

                      Se os checklists são úteis para médicos e pilotos de avião, por que não o seriam para operação de TI?

                      Dr. Atul Gawande escreveu um livro sobre o tema onde ele conta várias histórias sobre o uso de checklists. A argumentação para o uso de checklists é que qualquer ser humano falha, mesmo os mais especialistas.

                      The Checklist Manifesto

                      The Checklist Manifesto

                      No livro ele conta a história do Dr. Peter Pronovost, um especialista em cuidados intensivos do hospital Johns Hopkins em Baltimore. Pacientes de UTIs em sua maioria tem um acesso à sua corrente sangüínea por onde são ministrados os remédios. Esse acesso é chamado de cateter venoso central. Em 2001, 1 em cada 9 cateteres venosos da UTI do hospital Johns Hopkins acabava infectado, prolongando a permanência do paciente na UTI, piorando seu quadro e, às vezes, levando-o à morte.

                      Cateter venoso central

                      Cateter venoso central

                      Dr. Pronovost resolveu pegar emprestado uma rotina usada por pilotos de avião para garantir que tudo está ok para a decolagem, os checklists. Ao ser instalado um cateter venoso, há 5 pontos que devem ser observados:

                      • lavar as mãos com sabonete bactericida;
                      • limpar a pele do paciente com clorexidina antiséptica;
                      • cobrir o corpo do paciente com tecido estéril;
                      • usar máscara, chapéu e luvas estéreis;
                      • colocar uma proteção estéril sobre o catéter.

                      Esses passos são muito simples e parecia ser desnecessário fazer um checklist, mas o Dr. Pronovost resolveu fazer uma experiência. Ele deu o checklist para as enfermeiras da UTI e pediu que elas ticassem cada item feito pelo médico e chamassem a atenção do médico que esquecia de fazer algum dos itens.

                      Os resultados foram surpreendentes: depois de um ano o índice de infecções em cateteres venosos centrais caiu de 11% para 0%. Dr. Pronovost fez as contas, dois anos depois a prática do checklist havia evitado 43 infecções, 8 mortes e economizado dois milhões de dólares.

                      Segundo o Dr. Gawande:

                      Nós admitimos que erros e descuidos acontecem – até mesmo alguns devastadores. Contudo, nós acreditamos que nosso trabalho é muito complexo para ser reduzido a um checklist.

                      Fica aí a dica do Dr. Pronovost e Dr. Gawande: será que não podemos usar checklist para as operações de TI?

                      Dr. Pronovost

                      Dr. Pronovost

                      Dr. Gawande

                      Dr. Gawande

                      Todo ambiente de operação de TI é sujeito a mudança: aplicação de um patch, mudança de parâmetros de configuração, instalação de novos softwares, etc. Essas mudanças podem ser controladas pelo processo de gestão de mudanças. E o checklist é o parceiro ideal para um processo de mudança eficaz.

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